- O que estou comprando, na prática?
- Casos. Um caso é um processo com um objetivo processual definido — por exemplo, preparar o agravo do processo X. Ele inclui a análise retrospectiva do relator, o parecer e a peça com as citações conferidas contra o acórdão de origem.
- Como o crédito é contado?
- Um crédito por caso aberto. Ele cobre aquele processo e aquele objetivo até o fim do trabalho — reabrir, revisar e reexportar não consome de novo. Trocar de objetivo no mesmo processo abre um caso novo. Solo tem 2 por mês, Recursista 5, Banca 12.
- Crédito que eu não usar no mês vira o quê?
- Acumula, com teto de duas mensalidades. No Solo o saldo máximo é 4; no Recursista, 10. O que passa do teto expira na virada do ciclo, e o histórico de cada concessão e consumo fica registrado na sua conta.
- Acabaram meus créditos no meio do mês. E aí?
- Você compra um caso adicional por R$ 247, sem trocar de plano e sem esperar a renovação. Se isso virar rotina, o plano de cima sai mais barato que os avulsos.
- Preciso assinar para usar?
- Não. A consulta básica ao histórico do magistrado é gratuita. A consulta completa custa R$ 49 e um caso avulso custa R$ 397, sem assinatura. Se você comprar a consulta completa e transformá-la em caso em até 30 dias, o valor é abatido. Cobertura ao vivo hoje em TJSE e TRT20.
- Meu tribunal está coberto?
- Em dois níveis. Em largura, a jurimetria de órgão vem de publicações e de dados públicos do CNJ em tribunais do país. Em profundidade, a ficha do julgador com precedentes citáveis está servida hoje na justiça comum e trabalhista de Sergipe, e vai sendo estendida por ordem de demanda registrada.
- Por que cobrar por caso e não por magistrado?
- Porque o advogado não trabalha magistrado, trabalha processo. O relator é sorteado, muda de caso para caso, e cobrar por ele penalizava exatamente quem litiga mais. O caso é a unidade que o escritório já usa para precificar o próprio trabalho.